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Guilty by Olivier responde a todos os desejos

Guilty by Olivier
By Joana CIDADES . 2 years

Alerta: este artigo não favorece a dieta, mas é para isso que o Guilty existe

Comer bem, sem vergonhas nem receios, provar de tudo, ficar até tarde e beber um copo antes de sair: é este o lema do Guilty. Instalado no número 28 da Rua Barata Salgueiro, bem perto da Avenida da Liberdade, o Guilty by Olivier não passa despercebido, com a sua esplanada instalada desde o verão ao inverno e espaço com 90 lugares sentados. Estivemos à conversa com Manuel Simões de Almeida, responsável de marketing do grupo Olivier, para saber mais sobre o restaurante de “casual food with a twist”.

 

Com seis anos de existência, o restaurante Guilty é um dos vários restaurantes da marca Olivier e encontra-se numa fase de actualização de conteúdos, “estamos a trabalhar para noites com maior enquadramento e mais consolidadas”. No meio da novidade, Manuel garante que “a única coisa que para nós é imutável e em que não mexemos é o conceito”. Além do espaço de restaurante, o Guilty dá as boas-vindas a quem queira apenas beber um copo, na pré-noite, servindo "gins, cocktails, vodkas, shots, copos para fazer do Guilty um bar”. 

A equipa de barmen que torna as noites especiais

 

Um conceito específico

Tal como os outros conceitos de restauração do grupo Olivier, também o do Guilty foi pensado pelo próprio chef, um homem de boas ideias e "sempre atirado para a frente". “O Guilty é um produto de comfort food”, diz-nos Manuel, “o que preocupa é a qualidade do que é produzido”. Talvez por isso seja difícil definir que prato é mais pedido ou qual o que tem maior saída, “não existe um best seller”. Não se assustem, porque mesmo com todos os pratos a carregar nas calorias há saladas variadas e menus a pensar nos mais pequenos; difícil é escolher de entre a oferta.

 

Num misto de felicidade e culpa, o Guilty oferece uma carta variada de de produtos já conhecidos e nos quais o chef consegue dar “o twist à Olivier”. Assim como para Manuel, é para nós difícil descrever esse twist: poderá ser o ambiente de festa constante, os sabores surpreendentes, a mistura do ambiente de refeição com animação.

 

Decidimos experimentar os Nachos Guilty para começar o nosso jantar tardio. A música já toca na cabine do DJ, a luz está no ponto ideal para relaxar e ainda assim ler a carta. Não ficamos desapontados com a escolha: há abacate verdadeiro no guacamole e a dose certa de picante a acompanhar uma quantia generosa de tortillas.

Nachos Guilty com guacamole e queijo cheddar

 

Um jantar tardio? Claro!

À nossa volta, vemos chegar tantas pessoas para as mesas de jantar como para o balcão onde as bebidas voam. Afinal, já passa das 23 horas e a noite mal começou. Pela localização, conceito e oferta, o Guilty recebe diferentes públicos para os vários momentos do dia, garantindo uma clientela ecléctica. Se durante o almoço, com um menu especial, e fim de tarde há sobretudo businessmen para uma refeição rápida ou copo depois da jornada de trabalho, no primeiro turno de jantar há muitas famílias e casais num ambiente calmo, mais tarde há música num jantar mais animado e por fim um público que vem apenas para aproveitar o bar, pela noite dentro. É isto que faz Manuel dizer que “o Guilty tem quatro restaurantes dentro de um”.

 

Curiosamente, a Avenida da Liberdade e zonas envolventes tornaram-se uma espécie de bairro para os espaços do grupo Olivier. No entanto, Manuel conta que a (curta) distância entre cada restaurante não foi pré-determinada e “o critério que faz o chef Olivier abrir os espaços de restauração tem a ver com as potencialidades do espaço e dos conceitos que ele acredita poderem caber nesses”.

 

Entretanto, chegam os pratos principais: uma pizza Kalimera ideal para amantes de queijos (acusem-se sem medo) e bacon, e um Hamburguer Português, com 200 gramas de carne. Pensamos que nada há mais para fazer ou inventar em pratos assim, mas a verdade é que, à primeira dentada no hambúrguer, compreendemos o espírito de inovação do chef Olivier: nunca antes experimentamos um hambúrguer repleto de sabores tão bem ligados e onde sentimos cada ingrediente, da compota de chouriço à mostarda e ao agrião.

A pizza Kalimera com queijos selecionados, bacon, queijo Feta, cebola e catupiry

 

A certa altura temos a certeza de que há uma despedida de solteira do outro lado do balcão: Beyoncé é chamada à festa, “Single Ladies” toca mais alto e há foguetes a acompanhar os cocktails para as convidadas. Espantados? Nós sim, mas Manuel revela que “todas as noites temos festa” à maneira Guilty, são “momentos disparatados e que não são comuns num restaurante com bar”.

O hamburguer Português, com bolo do caco, compota de chouriço, queijo de Serpa, cebola roxa, agrião, mostarda savora e tomate

 

O coração do Guilty

O espaço do bar é único e apelativo porque, revela Manuel, “temos uma equipa de barmans completamente avariada” e que personifica na perfeição o conceito do Guilty com ideias igualmente doidas: “fazem rodadas de shot com a garrafa a passar”, tocam sinos toda a noite quando se pedem certas bebidas, passam músicas especiais em momentos singulares.

 

Para terminar a refeição com um doce (porque todos sabemos que a sobremesa vai para o coração e não para o estômago) decidimos experimentar o petit gâteau. O chocolate derrete-se pelo prato logo que abrimos o bolinho e o gelado que o acompanha equilibra frio e calor. Ao mesmo tempo, um grupo numa mesa perto pede uma garrafa de champanhe. Se não queriam dar nas vistas, não vieram ao sítio certo: aqui toca o icónico tema de “James Bond” e a garrafa de champanhe é iluminada por foguetes.

O Petit Gâteau de Chocolate com gelado

 

São precisamente estes momentos de extravagância que compõem o ADN do Guilty, como defende Manuel: “é um conceito em que é fundamental, para a sua materialização, esta loucura”. A par disto, há desafios sobre-humanos, como devorar os “milkshakes cheios de guloseimas lá dentro” ou “quem comer o hambúrguer gigante em 60 minutos não o paga” – é meio quilo de carne e o recorde está nos 16 mintuos!

Bolos e bebidas apresentados de forma especial para momentos especiais

 

Aconselhamos pelo menos uma visita ao Guilty nesta vida, um “restaurante 100% cosmopolita” onde é possível descobrir produtos básicos mas enriquecidos com um “twist presente em qualquer produto, se não tivesse não estaria na nossa carta”, assegura Manuel. Ficamos surpreendidos com a possibilidade de comer em grandes quantidades sem, curiosamente, sentirmos o estômago pesado - o que pesa é a consciência, mas vale bem o pecado da gula.

 

Confortável do verão ao inverno, a chuva e frio que se avizinham não são desculpa para não ir lá. Para amantes de boa comida e momentos de extravagância, o Guilty oferece tudo num só local: boa comida, diversão, música e copos. É o espaço ideal para qualquer momento, encontrando aqui “uma maneira de estar ou de ser” para todo o tipo de público. Aceitam a sugestão?

 

Descubra mais sobre o Guilty by Olivier aqui.