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Leiria: o Porta e a Casa Plástica

Festival A Porta
Por JoÁ£o GALVÁƑO hÁ¡ 7 anos

Leiria toma as rédeas da cultura fora-da-caixa entre 16 e 24 de junho com o Festival A Porta

O festival A Porta propõe uma verdadeira experiência multidisciplinar na cidade do Lis que envolve a comunidade: intergeracional e inclusiva, irá ativar-se em vários espaços e lugares carismáticos da cidade. O Festival A Porta revela o melhor de Leiria,  propondo vários roteiros culturais com artistas locais, nacionais e internacionais, fortalecendo a inclusão de diversas comunidades e experiências, numa verdadeira plataforma multidisciplinar, para todos. O filme promocional é por si só uma pequena obra de arte, veja-o por favor na ligação abaixo:

De 16 a 24 de Junho, Leiria recebe música, exposições, jantares temáticos, arte nas ruas e atividades infanto-juvenis. De tantas ações o Lisbonne-Idée destaca a Casa Plástica. Esta é a grande exposição colectiva de artes visuais do Festival A Porta. De 16 a 24 de Junho, a exposição “Esta casa já deu luz” ocupa um espaço novo, o Antigo Edifício da EDP, ao lado do Jardim Vala Real. 

Fotografias que levam aos palcos barulhentos de concertos, esculturas de cera com pavios escondidos, palcos de luz ou memórias de um espaço que um dia foi o escritório de uma central de distribuição eléctrica. Os trabalhos reunidos em “Esta casa já deu luz” são ensaios para abordar a luz como ponto de partida e chegada. 

 

 

Francisca Veiga

 

A exposição inclui trabalhos de dezenas de artistas visuais como Francisca Veiga, Luísa Passos, tem a colaboração curatorial da Electricidade Estética, bem como um amplo programa de performances de artistas como Tiago Gandra ou Diana Pinto, e ainda um serviço educativo dirigido às escolas e ao público em geral com visitas guiadas e  workshops.

 

À esquerda Micael Ferreira e à direita Carolina Serrano

 

O Festival A Porta selecionou quatro workshops, com o objetivo de introduzir o fazer no espaço do ver, e durante os dias do Festival haverá também lugar à aprendizagem e à criação, com oficinas de Intervenção direta em película de 16mm por António Caramelo; Mimeógrafo por Pedro Petiz e Coletivo Sol;  Luz Líquida - Oficina de Fotografia Experimental - Quimigramas por Imagerie – Casa das Imagens, e Luz e Sombra a tinta-da-china por Luísa Passos.

 

 

Inês Domingues

 

Um festival assim tem obrigatoriamente um cartaz musical escolhido a preceito e ao tema: Dead Combo, Bonga, Conan Osiris, The Parkinsons, Memória de Peixe, Filho da Mãe, Marco Franco, Emperor X,  Nice Weather for Ducks, FUGLY, Primeira Dama, Urso Bardo, Blue Crime e Lovers & Lollypops Soundsystem,  First Breath After Coma com convidados especiais, Mohama Saz,  Miami Flu, Ricardo Martins, G Combo, Jibóia, Cosmic Mass, Debut, After 3000 e KOYAANISQATSI compõem o cartaz musical, além de vários micro-concertos protagonizados por jovens músicos locais. Esta escolha reflete bem o carácter abrangente, intergeracional e polifacetado que A Porta de Leiria pretende ser.

 

E depois há a Portinha: em 2018, o Festival A Porta consolida-se como festival para todas as idades, desde o berço à força sénior, e para todos, independentemente da sua condição física, económica ou social. A Portinha é um programa de 28 atividades infanto-juvenis que decorre nos dias 16,17, 23 e 24 de Junho, em vários espaços de Leiria. 

 

 

Jubilee Street

 

Workshops e bailes folk, oficinas de cinema de animação, construção de máscaras e de livros, yoga, danças urbanas, viagens sensoriais, pães coloridos, reciclagem e tecelagem vegetal. A diversidade programática é grande e aposta no encontro, nas relações criativas e promove novas ideias e experiências.  Destaque para o workshop Ilustração de Canções com a aclamada artista visual Mariana a Miserável, ou ainda para o multipremiado PLAY Day, uma tarde de imaginar e criar brinquedos e brincadeiras. A destacar ainda o projeto Brincar de Rua, um programa de inovação social que está a criar condições para que as crianças possam voltar a brincar na rua em segurança. 

 

Os Jantares Temáticos do Festival A Porta já se tornaram uma imagem de marca do evento. São 4 jantares com sabores do mundo e música de sobremesa, durante os quais os convivas reúnem-se em casas privadas e celebram um encontro às cegas, fazendo novos amigos, conhecendo novas músicas e aproximando-se da generosidade e diversidade dos vários mundos e comunidades que vivem na cidade. 

 

Nos dias 18 e 19 de junho, a Porta convida a 4 jantares com lotação limitada em 4 casas diferentes. Os jantares francês e nepalês de dia 18 têm sobremesa musical de Carollyne e Churky respectivamente;  e os jantares mexicano e japonês, no dia 19, têm a música de 001 e Coringas. 

Não aguce já o apetite, temos uma notícia menos boa: todos os Jantares Temáticos têm já neste momento a lotação esgotada. Não faz mal, para o ano há mais e eu prometo que trarei esta notícia a tempo de o meu leitor conseguir provar a cozinha-mundo do Festival A Porta.

 

Mais info aqui.

Imagens e filme cedidos pela organização.