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Ciclo “No Fundo Portugal é Mar” decorre no CCB até agosto

No Fundo Portugal é Mar
Par Inês ALMEIDA Il y a 3 Mois
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Atividades Lisboa

Esta programação é um convite ao mar lançado a todos os públicos que queiram mergulhar nestas propostas artísticas

 

O Centro Cultural de Belém (CCB) vai receber um ciclo dedicado ao mar português. Este resulta de uma Parceria entre a Estrutura de Missão para a Extensão da Plataforma Continental (EMEPC) e o Centro Cultural de Belém/Fábrica das Artes e vai decorrer até dia 31 de julho.

 

Esta programação gira em torno da exposição No Fundo Portugal é Mar que agrega três propostas artísticas: As Portas do Mar, uma instalação de faróis que nos trazem o universo sonoro do mar, dos portos e praias, e os códigos sonoro-luminosos dos faróis portugueses; Balaena plasticus, uma instalação, o esqueleto de uma baleia de barbas, da autoria de Ana Pêgo e Luís Quinta, criada com lixo plástico que o mar nos devolve e que grita a urgência de reaprendermos muitos gestos; TerraMar, uma instalação vídeo de Graça Castanheira, criada com base em materiais cedidos pela Estrutura de Missão para a Extensão da Plataforma Continental (EMEPC), captados por um ROV, um robô telecomandado que desce a 6.000 metros de profundidade. Esta instalação propõe fazer-nos viver abaixo da linha de água.

 

Na receção da Fábrica das Artes, os visitantes poderão ainda experimentar a instalação Mãos de Areia, um módulo interativo produzido pelo Pavilhão do Conhecimento – Centro Ciência Viva que permite explorar a topografia dos fundo marinhos, através de uma mesa de areia e um sistema de realidade aumentada.

 

Os sentidos desta exposição desdobram-se em oficinas exploratórias, que passam pela escrita criativa, pelo confronto com monstros imaginários e reais, pelas formas líquidas das esculturas marinhas, pela simetria abissal entre o mar e o cosmos até ao confronto fascinante e fatal com a imensidão dos plástico que lançamos nos oceanos e que tomam agora conta dele e do nosso próprio corpo, condenando-nos a todos ao destino do esqueleto da baleia Balaena plasticus, integrada no projeto Plasticus maritimus.

 

No Jardim das Oliveiras decorrerão três concertos, sessões com contadores de histórias e longas conversas marinhas entre tão improváveis interlocutores quanto variada é a fauna humana que entre nós vive o mar.

 

Por fim, um dos mais transversais clássicos sobre o Mar, A Menina do Mar de Sophia de Mello Breyner Andresen, a partir da música de Bernardo Sassetti, surge nesta programação na forma de um espetáculo de Filipe Raposo, Carla Galvão e Beatriz Bagulho.

 

Decorreu também em março, o espetáculo Marinho – Um artista, Sete programadores, de Margarida Mestre, Henrique Fernandes e Maria João Castelo, o resultado de uma parceria entre sete instituições culturais do país.

 

 

Fonte: Comunicado de Imprensa