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Interior de Portugal recebe bolsa para valorizar turismo

Turismo no Interior
Par Inês ALMEIDA Il y a 7 Mois
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Turismo Portugal

Aldeias históricas portuguesas têm cada vez mais visitantes estrangeiros

 

As aldeias históricas portuguesas podem ainda não contar com muitos habitantes, mas contam cada vez com mais visitantes, até estrangeiros. Já se vêem por lá israelitas, norte-americanos e até japoneses. Há seis anos, apenas 10% dos visitantes eram estrangeiros, mas hoje o cenário é completamente diferente, correspondendo a 40% do total de visitas destas 22 aldeias. Este novo projeto, coordenado por Dalila Dias, quer passar para um nível internacional a Grande Rota das Aldeias Históricas.

 

Mas em que vai consistir este projeto? Para já, sabe-se que vão ser construídos abrigos para os caminhantes, pontos de água e novos painéis interpretativos. Também vão ser executadas outras formas de requalificação. Para este projeto vão ser disponibilizados 399 mil euros pela Linha de Apoio à Valorização Turística do Interior. Por seu turno, para a disponibilização de redes Wi-Fi em todas as aldeias vão ser atribuídos 650 mol euros.

 

Os contratos que estabelecem o novo projeto vão ser celebrados por Ana Mendes Godinho, secretária de Estado do Turismo, em Monsanto. Ao todo vai ser concedido um financiamento de 1,8 milhões de euros, no âmbito do Programa Valorizar. “Estamos a dar um convite a que venham descobrir o interior do País”, disse Ana Mendes Godinho ao Dinheiro Vivo. A governante destaca que o dinamismo global que se vive no setor começa a chegar ao Interior do país, tal como a Estratégia de Turismo 2027 já preconizava.

 

O programa Valorizar já apoiou 232 projetos desde que foi criado em 2016, sendo que metade destes projetos se encontram no Interior do País. Para tal, foi dado um financiamento total de 37 milhões de euros, que alavancaram 55 milhões de euros de investimento. “Sabemos que a Grande Rota 22 exige uma melhoria contínua para estar ao nível das grandes rotas da Europa”, assume Dalila Dias, acrescentando que a requalificação destes 600 km é apenas um dos aspetos que se tem de melhorar para atrair novos públicos e desenhar experiências baseadas na natureza e na sustentabilidade.

 

 

Fonte: Dinheiro Vivo